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O Alzheimer no Brasil e no mundo

A Carga Global de Doenças, conhecida por GBD, avalia lesões, doenças crônicas e degenerativas, e os fatores de risco por meio de um método sistemático de análise de perdas da estabilidade da saúde, mas de forma não fatal. Essa metodologia também serve como parâmetro de avaliação entre países e os casos de doenças com maior prevalência.

O uso de dados estatísticos globais e essas comparações entre os países com menor ou maior incidência de certas doenças, podem auxiliar a compreensão das causas e direcionar condutas mais acertadas em prol da prevenção e da melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

Compreender os fatores que influenciam o aparecimento dessas doenças neurodegenerativas e analisá-los sob um contexto socioeconômico e cultural, também fornecem dados para a escolha de estratégias mais eficazes de controle e de tratamento do Doença de Alzheimer.

Pontuamos os aspectos mais importantes e que ajudam a entender o atual panorama dessa doença no Brasil e no mundo. Os dados se referem a um estudo publicado em 2016. Confira:

  • a demência atinge mais mulheres do que homens;
  • de 1990 a 2016, a morte por demência aumentou em 148%;
  • o risco para a doença dobra a cada cinco anos entre 50 e 80 anos.
  • entre 1990 e 2016, os casos de demência cresceram em média 117%;
  • somente em 2016, 8,6% das mortes em indivíduos acima de 70 anos foi por demência;
  • o número de casos confirmados passou de 20,2 milhões em 1990 para 43,8 milhões no ano de 2016;
  • o Brasil ocupa o 2º lugar em casos novos, atrás apenas da Turquia com 1192 casos por 100 mil habitantes;
  • em termos globais, as demências atingiram um patamar de 2,4 milhões de óbitos nesse período.